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ATP acusa sindicatos da FESETE de reiterada intransigência
A inexistência de um contrato coletivo de trabalho (CCT) no sector têxtil deve-se, segundo a ATP, à rigidez demonstrada desde 2014 pela FESETE, que “assumiu sempre posições intransigentes que evidenciavam o seu total desinteresse em rever” o documento existente na altura, “recusando propostas de aumentos salariais que eram muito superiores às que acabou por acordar com […]30 junho 22
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