ISPO“Já imaginou como será o futuro? Irmos andar de barcos vestirmos um blusão que, se cairmos ao mar, serve também de colete salva vidas? Ou uma roupa desportiva que, além de nos ajudar a treinar, faça também exercício por nós - por exemplo, ajude a reduzir a celulite? Ou umas meias-polainas que impeçam ramos, gravilha e terra de se enfiaram no calçado quando corremos? e que tal uma camisola, autorregulada, que identifique quando temos frio ou calor? Ou roupa que, em zonas onde haja riscos de dengue ou malária - ou simplesmente no verão - possa repelir com eficácia o chato do mosquito?”
Este é o primeiro parágrafo da reportagem intitulada “Roupa que pensa”, escrita por Rui Zink e publicada no domingo dia 18 de dezembro, na Notícias Magazine, que pode ler aqui na íntegra.
Rui Zink foi a Munique, e além de beber um caneca de cerveja na famosa Hofbrauhaus e de passear na Alstadt e visitar a sede da BMW, também foi à ISPO, viu o futuro - e trouxe boas notícias a todos os portugueses que lêem a revista dominical que é distribuída com os diários Jornal de Notícias e Diário de Notícias.
“Por temos três boas notícias. Esses produtos futuristas já existe,. Foram todos concebidos e patenteados por empresas portuguesas. E foram premiados”, anuncia Zink, que acrescenta: “O têxtil hoje faz coisas. A roupa já não é só para vestir, agora espera-se que trabalhe para nós e, sobretudo, que trabalhe connosco”.


