Depois da Colômbia, onde a curto prazo quer colocar metade das vendas totais, a Ribera prepara-se para entrar no mercado da Costa Rica. A notícia é do jornal Dinheiro Vivo, dizendo que o director-geral da centenária empresa de rendas e bordados de Matosinhos admite ter estabelecido durante a Colombiatex, em Medellín, um contacto “muito interessante” para distribuir a marca no país. Segue-se o envio de amostras e de preços, mas Francisco Menezes (na foto) mostra-se muito confiante.
Quanto à Colômbia, as perspectivas parecem ainda mais optimistas: “Está a correr muito bem. Temos crescido ano após ano e, apesar de 2016 não ter sido um ano famoso, mesmo assim obtivemos um acréscimo de vendas de 17%. O país representa já 25% das nossas vendas, mas gostaríamos que nos próximos cinco anos metade da nossa facturação tivesse aqui origem. Porque há potencial para isso”, frisa o director-geral da Ribera, à enviada do Dinheiro Vivo à Colombiatex. Um potencial que decorre da dimensão do mercado colombiano, mas sobretudo do seu papel como fornecedor das grandes marcas americanas.
A par de Colômbia e Costa Rica, a Ribera estuda também os mercados do Peru e do México e olha ainda para uma possível entrada no mercado brasileiro. “Fomos solicitados por várias empresas, que nos conheceram aqui e que nos contactaram para olharmos para o Brasil, mas é um mercado muito complicado e estamos a estudar como o devemos abordar”, disse Francisco Menezes ao Dinheiro Vivo.
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