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Gladys Dantas, uma empreendedora brasileira casada com um ex-presidiário, lançou uma colecção de roupas adequadas para presos e seus visitantes, com a marca Liberta.

Durante os cinco anos em que visitou o marido na prisão, Gladys fartou-se de ouvir queixas sobre a má qualidade das fardas prisionais e teve de contornar as limitações impostas ao vestuário dos visitantes, proibidos de usar roupas com fechos éclair, cordões ou botões com ferro.

“A gente sempre passou por isso de querer ir bonita no dia da visita e não conseguia por causa das regras”, explica a empreendedora. No Brasil os presos não têm de vestir as fardas que lhe são distribuídas - apenas são obrigados a vestir roupa que cumpram as especificações do regulamento interno.

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