A participação portuguesa até à próxima quinta-feira na Première Vision, em Paris, está a merecer destaque em vários órgãos de comunicação social. Em causa está não só o peso que Portugal representa no certame, e que se traduz em mais de cinquenta empresas e dois fóruns, mas também as preocupações associadas aos custos de contexto e à falta de mão de obra.
A notícia é veiculada pelo jornal Expresso e dá nota do entusiasmo e confiança vivido pela indústria têxtil nacional em Paris. “Primeiro, imagine uma feira que abre com metade dos stands que tinha em 2019. Depois pense que a presença portuguesa continua a rondar as 60 empresas, tal como há três anos. Por fim, considere como o impacto deste grupo aumenta automaticamente”, disse Manuel Serrão, diretor da Associação Selectiva Moda em declarações ao Expresso.
O semanário noticia ainda os relatos de alguns empresários presentes na feira, que partilham as boas perspectivas ao nível das encomendas no primeiro semestre de 2022. “São balanços muito positivos e animadores em termos de encomendas e perspetiva de negócios”. “Está a confirmar-se a tendência de procurar fornecedores de proximidade e confiança, o que beneficia a nossa indústria”, sublinha ainda Manuel Serrão.
Do outro lado da moeda, estão as preocupações associadas aos custos de contexto e à falta de mão de obra. Para ler a notícia na integra clique aqui.